quarta-feira, 30 de junho de 2010

Teoria e Prática


No ultimo dia 24 (quinta-feira) Acadêmicos do componente currícular "Didática Organizacional" do curso de Educação nas Organizações da ULBRA, campi Gravataí, realizaram visita a Fundação Semear, na cidade de Novo Hamburgo, para conhecer a instituição e um pouco sobre os projetos desenvolvidos pela mesma.
Essa visita veio a complementar o entendimento sobre projetos, sua elaboração e todas as suas especificidades na prática. A forma clara, objetiva, Além de muito agradável, com que a Sra Helena Ieggli Thomé (Coordenadora Executiva)e sua euqipe transmitiram as experiências da instituição agradou muito o público presente que ficou impolgado ao descobrir um outro campo de atuação após formados.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Inclusão de deficientes x Mercado de Trabalho

Estamos vivenciando o desenvolvimento da inclusão de deficientes no mercado de trabalho, o que é uma conquista de muitas décadas marcadas pelo preconceito e desenformação.

No estado de São Paulo o número de deficientes empregados eram de 601 em 2001. Porém, este número deu um salto para 35.782 em quatro anos, 2005. Muitas empresas estão se enquadrando na lei de cotas, saiba os números e percentuais da lei:

- + de 100 a 200 funcionários..............2%
- de 201 a 500 funcionários...........3%
- de 501 a 1000 funcionários.............. 4%
- de 1001 em diante funcionários..............5%

O valor da multa é de R$ 1.101,75 por pessoa não contratada. Mesmo existindo a lei, existem algumas empresas micro e pequenas que não encontram dificuldade em contratar um deficiente. Afinal, são pessoas com diferentes tipos de deficiência que podem exercer praticamente qualquer atividade profissional. Entretanto, encontrar mão-de-obra qualificada tem sido um desafio.

Este desafio precisa ser superado pelas empresas que podem contratar e treinar pessoas com deficiência, além de preparar os seus locais de trabalho e principalmente os seus funcionários para a atuação em equipe.

As áreas de TI, podem ser muito promissoras nesta questão. Por apresentarem pequenos espaços que podem ser adaptados e ter o computador como ferramenta principal. Porém, além da empresa, cabe também ao profissional que procure se qualificar e não se limite intelectualmente, concorrendo de igual para igual no quesito conhecimento e experiência não se excluindo do mercado, procurando informar, os desenformados.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Geração Y e Mercado de Trabalho

Parte de uma matéria sobre a “ Retenção de Jovens talentos do Século XXI



Segundo o professor da Fundação Dom Cabral, Ricardo Carvalho, em entrevista para o IT Web, a geração de hoje "chega com novos valores, novas formas de ser, e as empresas não estavam preparadas para isso". Então, quem são eles? Quais são seus valores e como se comportam? O que empresas como Chemtech ou Petrobrás perceberam sobre essa nova geração que as colocaram em primeiro lugar no ranking da preferência dos jovens?

Tudo é o que eles querem e não se contentam com menos.

Os profissionais da chamada geração Y são ambiciosos e procuram por carreiras que lhes proporcionem um rápido desenvolvimento profissional. Para isso, estão dispostos a adaptar-se sempre, sabem que a única coisa certa é que as coisas mudam. Sendo assim, demandam novas oportunidades para aprender e novas responsabilidades com uma freqüência muito maior do que as organizações estavam acostumadas.
Se bem gerenciado, esse profissional trará muitas vantagens para a organização no que se refere à inovação e competitividade. Mas atenção! Não se trata de tudo a qualquer custo. Eles procuram sentido naquilo que fazem e agem muito mais pela consciência do que pela obediência. E ainda conseguem fazer tudo com alegria, bom humor e informalidade.

Ao mesmo tempo .......................

Os profissionais dessa geração têm uma capacidade incrível para fazer muitas coisas ao mesmo tempo: eles terminam um relatório importante enquanto tiram dúvida de um colega pelo celular e conversam com um amigo no GoogleTalk. E sim, eles conseguem fazer tudo isso sem perda de qualidade do trabalho e equilibrando muito bem a vida profissional e a pessoal, já que as duas têm a mesma importância para eles. Trabalhar em projetos que possam ser divididos em atividades com começo meio e fim e que lhes possibilitem fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo é o ideal. E as organizações podem potencializar ao máximo essa característica.



Agora!
Esses profissionais têm pressa e simplesmente não entendem um processo decisório lento nem desejam envolver-se em atividades que o façam perder tempo. Não espere que sigam regras bobas ou sem objetivo claro e muito menos que se prendam a atividades repetitivas: muito antes do que você imagina encontrarão um atalho para fazer a mesma coisa, mais rápido e com mais qualidade. Aliás, os profissionais dessa geração não aceitam desempenho medíocre. Mudança é seu sobrenome e qualidade é seu nome do meio.
Políticas claras para ascensão na carreira, prêmios em forma de cursos de formação ou certificações técnicas, planos de comunicação claros e bem estruturados, gestão por competências, não há receita pronta. Mas compreender melhor esses profissionais, seus motivadores e seus comportamentos levará as organizações a encontrarem a melhor forma de retê-los.
Mas todos os profissionais serão assim? Há volta? São mesmo esses os profissionais que as empresas terão que gerenciar atrair e reter?
Em 2001, quando se discutia o estouro da bolha das pontocom, Don Tapscott, escreveu o artigo Rethinking Strategy in a Networked World (or Why Michael Porter is Wrong about the Internet). Nele, criticava a posição de Michael Porter, que defendia que a internet seria apenas mais uma ferramenta na mão das empresas e que a forma tradicional de se conceber a estratégia precisava ser resgatada já que a "nova economia" não existiria. Tapscott, por sua vez, dizia que a forte integração entre empresas e pessoas seria a característica de uma nova forma de economia, cuja expressão máxima era a internet e propunha que as empresas revissem seus modelos de negócio a partir desta nova perspectiva.
Bem, parece que Tapscott estava certo e as características da geração Y atestam as transformações sociais que vivemos. São esses "caras" que vão gerenciar as empresas no futuro. Mas eles também podem ser bons agora. E estão batendo à sua porta...


Paulo Pacheco

domingo, 6 de junho de 2010

Bom humor dá lucro

Ambiente de harmonia, em que os chefes estimulam a alegria, colabora para resultados
Sorrir é o melhor remédio? No ambiente de trabalho, sim, garantem os especialistas em recursos humanos. Diversas empresas deixaram de lado a formalidade engessada do foco em metas e passaram a motivar os funcionários a ter uma atitude mais leve e descontraída. Somados a incentivos financeiros, outros benefícios que não alteram o contracheque permitem que essas corporações contabilizem resultados mais proveitosos.



Criar e manter o bom humor depende do esforço conjunto de todo o organograma, especialmente dos departamentos de recursos humanos e dos chefes de cada setor.

– As empresas entenderam que colocar os funcionários no centro das atenções é a melhor forma de atingir as metas. O profissional de hoje faz questão de se sentir reconhecido – define Andrea Veras, diretora de marketing e desenvolvimento de liderança, no Brasil, do Instituto Great Place to Work, responsável pelo ranking das melhores companhias para trabalhar em mais de 44 países.

A instituição lista seis pilares essenciais para essa nova relação: credibilidade, confiança, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem.

– A valorização do local onde se trabalha, dos colegas e do líder depende de todos esses quesitos – diz Andrea.

– O bom humor e o sorriso no rosto só virão se a empresa estiver efetivamente interessada em assumir a postura positiva. O humor de cada um altera a composição do ambiente – acrescenta o coaching Edercio Bento.

O sorriso é parte da campanha institucional da agência de propaganda Rae, MP. A imagem de uma boca esticando os lábios e mostrando os dentes é usada em máscaras distribuídas a clientes e fornecedores.

– Em qualquer situação, manter o sorriso facilita a relação interpessoal. É possível perceber o bom humor até pela voz ao telefone. Não é o uso do sorriso em função de uma estética. É uma forma de surtir resultado sem apelar para a demagogia – justifica Marcelo Ponzoni, diretor da agência, que não defende a política como campanha de motivação.



Na prática, Ponzoni acredita que pequenas ações podem revolucionar os diversos departamentos e uma corporação:

– Não precisa de muito, basta incentivar a criatividade para ver as ideias partirem dos próprios funcionários. Para os clientes, mandamos a máscara com a nota fiscal de serviço.
A receita
Os seis pilares da nova relação de trabalho:
Credibilidade
Confiança
Respeito
Imparcialidade
Orgulho
Camaradagem
O melhor remédio
Como o funcionário pode melhorar o ambiente de trabalho:
> Escolha trabalhar em uma empresa em que se identifique com as propostas e a visão.
> Faça amigos, seja pró-ativo e participativo.
> Seja você mesmo, haja com naturalidade.
> Resolva rapidamente qualquer situação desconfortável, seja com o chefe ou com colegas.
> Tenha em mente que ignorar o problema aumenta o desgaste.
> Saiba ser tolerante com colegas que não compreendem seu temperamento ou seu estilo de vida.
Práticas adotadas por chefes para garantir a qualidade do clima organizacional:
> Contratar profissionais que estejam alinhados com a cultura da empresa.
> Inspirar a equipe, demonstrando bom humor.
> Manter uma comunicação direta com os subordinados, sabendo falar e escutar sugestões e críticas.
> Administrar eventuais conflitos entre a empresa e os funcionários e entre colegas de trabalho.
> Desenvolver políticas que incentivem a pró-atividade.
> Valorizar diretamente o funcionário e a equipe, celebrando os bons resultados.
Multimídia
Garantir a atitude positiva no trabalho é uma tarefa que depende sobretudo dos líderes, ressaltam especialistas



Materia encaminhada por:
Paulo Pacheco
15/05/2010 13h46min
SEU NEGÓCIO

terça-feira, 1 de junho de 2010

Proibir, liberar ou controlar o uso de Redes Sociais no trabalho?

Nos últimos tempos esta discussão tomou destaque e vem sendo discutida entre empresas e usuários. Afinal, quais os riscos e benefícios que o uso das redes sociais no trabalho podem causar na produtividade e qual a melhor forma de lidar: Proibir, liberar ou controlar o uso? Esta discussão não é tão fácil quanto se pensa.

O país que mais proíbe o acesso as redes sociais como twitter, facebook e orkut é o Brasil, segundo pesquisa feita recentemente pela Consultoria de RH Manpower. Outro estudo feito pela Universidade de Melbourne apontou que o uso moderado da internet para lazer aumenta a produtividade em até 9%. Segundo Brent Coker, autor do estudo, pausas curtas e moderadas, como uma rápida navegação na Internet, permitem que a mente descanse, levando a uma concentração total maior para o dia de trabalho e, como resultado, aumenta a produtividade.

Por ter tido a experiência de trabalhar nos três tipos de empresas onde o uso das redes é proibido, controlado e liberado ( Adivinha quem fazia as vezes de carrasca na fiscalização do uso da internet? Eu... ) acredito que nas empresas onde o acesso da internet é liberado o pessoal é bem mais antenado, criativo e a equipe se torna mais animada. Muitas ideias nascem a partir da navegação em diversos sites, blogs e redes de relacionamento, algumas das quais sem nada a ver com o negócio da organização. Além disso, não podemos esquecer do fator relacionamento.

Quando não existe proibições, não é atrativo. Quando há liberação, a euforia pode acontecer num primeiro momento, depois a empresa e as pessoas se acostumam tornando-se uma atividade corriqueira. O estudo também aponta que navegar ao fim de uma tarefa ajuda a reorganizar a mente, deixando a pessoa mais concentrada para a próxima tarefa. Portanto, use a ferramenta com responsabilidade. Aproveite para se manter sempre informado sem perder o foco no trabalho.

Em contrapartida o uso indiscriminado pode trazer sim sérios problemas, não só de produtividade como também de segurança, por exemplo: Ao abrir o ambiente de TI da empresa a acesso de sites nem sempre confiáveis, abrir emails desconhecidos e fazer downloads. Existem também casos de acidentes de trabalho oriundos da distração de colaboradores acessando redes sociais, o que motiva estas proibições.

Controvérsias a parte é preciso ter bom senso e estabelecer combinações sobre o tempo limite de uso, se for o caso. É importante sabermos que a internet deixou de ser uma grande rede que conecta computadores, para tornar-se uma rede que conecta pessoas. No Brasil estas redes sociais não são avaliadas pela maioria dos gestores como uma oportunidade a ser explorada. Se você tiver a oportunidade, fale sobre isso com seu líder, quem sabe você não estará levando a sua empresa a outro patamar!